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Brasil e França disputam final do Mundial de Futebol de Areia Raiz

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O Brasil decide com a França, neste domingo (13) a partir das 20h30 (horário de Brasília), o título do Mundial de Futebol de Areia Raiz, realizado na Arena Gladiadores da Bola, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro. A TV Brasil transmite o jogo ao vivo. Colômbia e Uruguai decidem o terceiro lugar a partir das 19h.

Para garantir a presença na decisão, a equipe brasileira superou o Uruguai por 4 a 1. Já os franceses derrotaram na fase anterior a equipe da Colômbia, mas pelo placar de 2 a 1.

Confronto anterior

Brasil e França já se encontraram pela fase de grupos da competição, na primeira rodada, e o resultado foi triunfo da seleção canarinho por 5 a 3.

O futebol de areia raiz tem diferenças para o beach soccer, cujo Mundial é chancelado pela Federação Internacional de Futebol (Fifa). São seis jogadores por time (em vez de cinco) e dois tempos de 20 minutos (e não três de 12). O piso da competição no Parque Olímpico é de areia compactada (batida), sem ondulações.

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Edição: Fábio Lisboa

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Australianas têm “muita motivação” para enfrentar Brasil, diz técnico

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A seleção feminina de futebol da Austrália estará motivada para jogar em casa pela primeira vez em mais de 18 meses quando iniciar a série de duas partidas contra as campeãs sul-americanas do Brasil, disse o técnico Tony Gustavsson.

As Matildas, que ocupam o 11º lugar do ranking mundial, recebem o Brasil, que ocupa a sétima colocação, no sábado e na próxima terça-feira no Estádio Western Sydney, voltando a atuar na terra natal pela primeira vez depois de sua vitória sobre o Vietnã na eliminatória olímpica de março de 2020.

Até 22.500 espectadores poderão assistir os jogos, já que o governo de Nova Gales do Sul permitiu uma capacidade de 75% graças às novas regras da covid-19.

“Sinto que há toneladas de motivação para disputar este jogo, assim como os torcedores nas arquibancadas”, disse Gustavsson aos repórteres nesta sexta-feira (22) “Espero que isto não seja interpretado como um desrespeito meu pelas outras coisas importantes de que se fala no momento, todos os acontecimentos no futebol feminino”, disse ele, referindo-se às alegações de abuso feitas pela ex-atacante australiana Lisa De Vanna. “Mas há muitas coisas para se empolgar aqui. A primeira vez na terra natal em 600 dias, jogar contra o Brasil, temos Alanna Kennedy, que é local, em sua 100ª convocação.”

Gustavsson pediu às jogadoras que recebam bem a pressão enquanto se preparam para a Copa do Mundo de 2023, que a Austrália sediará em conjunto com a vizinha Nova Zelândia.

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