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Blitz encerra festa com mais de 300 pessoas na Zona Leste de SP

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Quatro pessoas foram encaminhadas para delegacia após encerramento de uma festa clandestina em um bar, na Cidade Patriarca, bairro da Zona Leste da capital paulista. No local foram apreendidos dois mixers, um receptor de som, um laptop e 42 máquinas de crédito e débito. Pelo menos 304 pessoas foram retiradas do local pelo Grupo Armado de Repressão a Roubos, do Departamento de Operações Especiais de Polícia, em conjunto com a Polícia Militar e órgãos fiscalizadores do município.

O Comitê de Blitze do Governo do Estado e a Prefeitura de São Paulo receberam uma denúncia anônima e o caso foi encaminhado para o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania, onde foi registrado um boletim de ocorrência de descumprimento de medida sanitária e desacato, já que uma das pessoas desrespeitou um delegado que participava da fiscalização.

O Comitê de Blitze foi criado pelo governo estadual em parceria com a prefeitura de São Paulo para reforçar as fiscalizações e o cumprimento das medidas restritivas da fase emergencial e evitar a propagação do novo coronavírus. Integram o Comitê agentes da Guarda Civil Metropolitana e Coordenadoria da Vigilância Sanitária pela Prefeitura de São Paulo. Pelo Governo do Estado, atuam profissionais da Vigilância Sanitária, Procon e das Polícias Civil e Militar.

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Para denunciar festas clandestinas e funcionamento irregular de serviços não essenciais basta ligar para o 0800-771-354, acessar o site ou enviar e-mail para [email protected], do Centro de Vigilância Sanitária. A denúncia pode ser anônima.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Geral

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Primeiro edital socioambiental de Furnas vai distribuir R$ 1 milhão

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A empresa Furnas Centrais Elétricas, subsidiária da Eletrobras, lançou hoje (3) o primeiro edital socioambiental para distribuir R$ 1 milhão a iniciativas que envolvam a conservação da biodiversidade brasileira e dos serviços ecossistêmicos, promovendo a redução das desigualdades e o desenvolvimento sustentável de comunidades em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Serão beneficiadas pessoas jurídicas privadas sem fins lucrativos, sediadas no país.

Os projetos poderão receber até R$ 200 mil cada e deverão visar a proteção do meio ambiente e impacto social nas localidades em que serão executados. O gerente de Responsabilidade Social, Marca e Reputação de Furnas, Marcos Machado, destacou em entrevista à Agência Brasil que a companhia publica editais sociais desde 2009, mas esta é a primeira vez que vai contemplar projetos ambientais.

“A gente tem essa experiência com edital social desde 2009. Nosso foco sempre está alinhado com redução de desigualdades, geração de emprego e renda, conservação da biodiversidade, foco nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), Agora, pela primeira vez, a gente está incluindo também critérios ambientais”.

Para se candidatar aos recursos do edital, os projetos devem estar alinhados com os ODS da Organização das Nações Unidas (ONU) relativos à educação de qualidade, igualdade de gênero, trabalho decente e crescimento econômico, redução das desigualdades, ação contra a mudança global do clima e vida terrestre. Serão permitidas inscrições de mais de um projeto pelo mesmo proponente, mas apenas um deles poderá ser selecionado.

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Desafio

Segundo Marcos Machado, o projeto é ambicioso e gera grande desafio para a empresa ao unir as áreas social e ambiental. As inscrições podem ser feitas pela internet até o dia 3 de setembro. Os resultados serão divulgados no dia 17 de setembro, no site de Furnas, na plataforma Prosas e no Diário Oficial da União. Os contratos serão assinados a partir de 4 de outubro e os projetos selecionados terão dois anos para serem realizados.

As iniciativas devem demonstrar elevado potencial de proteção da fauna e da flora brasileira com algum grau de ameaça, em articulação com a inclusão social de públicos em vulnerabilidade socioeconômica, geração de renda, educação ambiental de crianças, adolescentes e adultos, e ações de desenvolvimento local, Por sua vez, as organizações candidatas devem comprovar atuação há mais de um ano na região onde vão desenvolver o projeto, em mais de 500 municípios onde Furnas tem instalações.

“A gente está muito esperançoso e ansioso para ver quais são os projetos que virão. Porque a nossa expertise é mais na área social. Esse primeiro edital socioambiental é um desafio”, reiterou o gerente de Furnas. Uma banca mista, formada por dois representantes da empresa, sendo um da área social e outro da área ambiental, e um jurado externo, vai avaliar os projetos.

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Para o presidente da subsidiária da Eletrobras, Clovis Torres, o edital vem ao encontro das preocupações da companhia com a promoção do meio ambiente e o compromisso social. “A empresa sempre teve uma atuação voltada para a sustentabilidade e adota práticas EESG [do nome em inglês, que significa meio ambiente, social e governança, acrescida da dimensão econômica], no sentido de valorizar questões ambientais, socioeconômicas e de governança corporativa”, ressaltou Torres.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Geral

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