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Auxílio emergencial: 680 agências da Caixa abrem hoje das 8h às 12h

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Neste sábado, a Caixa vai abrir 680 agências, das 8h ao meio dia, para atendimento do saque em espécie dos beneficiários do auxílio emergencial de R$ 600 que recebem pela poupança social digital.

As agências que estarão abertas podem ser consultadas no site do banco. Nos municípios que contam com mais de uma agência, vão funcionar 50% das unidades. Também estarão abertas as unidades dos municípios que contam com apenas uma agência.

A Caixa reforçou que não é preciso madrugar nas filas. Todas as pessoas que chegarem às agências durante as quatro horas de funcionamento serão atendidas. Mesmo com as unidades fechando às 12h, o atendimento continua até o último cliente do dia. “O banco continua atento à situação das filas em todo o Brasil, atuando para que sejam reduzidas de forma gradual”, informou a Caixa.

A capacidade de atendimento foi ampliada nas agências com a realocação de mais de 3 mil funcionários, além da contratação adicional de 4,8 mil vigilantes e quase 900 recepcionistas para organizar as filas e orientar o público.

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Unidades móveis

Cinco caminhões-agência itinerantes também estão atendendo em locais com maior necessidade: Alfredo Chaves, no Espírito Santo, até esta sexta-feira (8); Nova Xavantina (MG), até o dia 16; São Felix do Xingu (PA), até o dia 15; Buriticupu (MA), do dia 12 ao dia 15; e Viseu (PA), de 14 a 29 deste mês.

Canais Digitais

A Caixa informou ainda que a prioridade é manter o atendimento digital, por meio do cadastramento por aplicativo, site e a movimentação do benefício pelo Caixa Tem. Aqueles que receberam o crédito por meio da poupança digital podem pagar boletos e contas de água, luz e telefone, entre outras, bem como fazer transferências para outros bancos por meio do aplicativo Caixa Tem.

Segundo a instituição, informações sobre cadastro e pagamento do auxílio emergencial estão disponíveis apenas por meio do aplicativo Caixa | Auxílio Emergencial, do site auxilio.caixa.gov.br e da central telefônica exclusiva 111.

Edição: Denise Griesinger

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Fiocruz: acordo vai combater transmissão congênita da doença de Chagas

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Um convênio assinado hoje (14) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a agência internacional Central Internacional para a Compra de Medicamentos contra a AIDS, Malária e Tuberculose (Unitaid, sigla em inglês) vai buscar a eliminação da transmissão congênita (da gestante para o bebê) da doença de Chagas no Brasil, na Colômbia, na Bolívia e no Paraguai. O anúncio foi feito no Dia Mundial da Doença de Chagas, celebrado hoje porque foi em 14 de abril de 1909 que a primeira paciente com a doença foi diagnosticada pelo pesquisador Carlos Chagas. Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde, existem 1,12 milhão de mulheres em idade fértil infectadas pelo protozoário causador da doença na América Latina, onde são esperados anualmente entre 8 mil e 15 mil bebês nascidos com a doença.

Por meio do convênio, o Consórcio Chagas, as entidades vão investir em conscientização sobre a doença de Chagas, para ampliar e melhorar o acesso ao diagnóstico, tratamento e atenção integral. Chamado de Projeto Cuida Chagas (Comunidades Unidas para Inovação, Desenvolvimento e Atenção para a doença de Chagas), a iniciativa será liderada pelo Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz).

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A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, celebrou a parceria e lembrou que o combate à doença de Chagas faz parte da história da fundação, já que Carlos Chagas integrava o corpo de cientistas da instituição. “Neste ano, em meio aos efeitos tão dramáticos da pandemia de covid-19, conseguimos, num esforço institucional e de muitos parceiros, não só estar celebrando esse dia, mas estar construindo e dando início ao projeto, rumo à eliminação congênita da doença de chagas na América Latina”.

Segundo a Fiocruz, o problema da transmissão congênita da doença é agravado por fatores como a escassez de ferramentas diagnósticas e opções de tratamento, a baixa adesão ao tratamento, a falta de conhecimento e compreensão entre profissionais de saúde e pessoas em risco, as vulnerabilidades socioeconômicas de áreas endêmicas e a baixa mobilização social. A transmissão congênita da doença é considerada uma das principais vias de infecção, e vem ganhando mais peso proporcional entre os novos casos devido ao sucesso de medidas de controle de outras formas de transmissão.

A estratégia considerada mais econômica para reduzir essa forma de transmissão é tratar as mulheres em idade fértil antes da gravidez. Por isso, o Cuida Chagas prevê que cerca de 234 mil mulheres em idade fértil, seus bebês, crianças e contatos domiciliares serão testados em 34 municípios dos quatro países participantes. Integrarão a iniciativa 13 cidades colombianas, 10 bolivianas, seis brasileiras e cinco paraguaias. 

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O Ministério da Saúde do Brasil é cofinanciador do projeto, que conta também com instituições dos quatro países do consórcio e apoio técnico da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

A doença de Chagas é causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, cujo vetor de transmissão é o inseto conhecido como barbeiro. A enfermidade é considerada endêmica em 21 países do continente americano e tem uma incidência de cerca de 30 mil novos casos por ano. O número de mortes causada pela doença de Chagas todos os anos chega a 14 mil, e cerca de 65 milhões de pessoas vivem em áreas em que há risco de contraí-la.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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