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Audiência pública negocia uma saída para evitar demissões em call center de Teresina

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Uma saída negociada entre patrões e empregados para evitar a demissão em massa de funcionários da empresa de call center Vickstar, sediada na zona Sul de Teresina, foi o objetivo do debate da tarde desta quarta-feira (28), em audiência pública proposta pelo deputado João de Deus (PT) e realizada na Comissão de Administração Pública e Política Social. A discussão ocorreu de forma virtual.

Após abrir os trabalhos, o deputado B. Sá (Progressistas), presidente da Comissão de Administração e Política Social, passou para o deputado João de Deus a condução da audiência pública.

A reunião contou ainda com a participação dos deputados Francisco Limma (PT), Ziza Carvalho (PT) e Elisângela Moura (PCdoB), dos secretários de Desenvolvimento Econômico do Piauí e de Teresina, Igor Neri e Marcelo Eulálio, do presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações, João de Moura Neto, da procuradora do Ministério Público do Trabalho, Maria Elena Rego, e do diretor da Operadora Vivo, Enylson Camolesi.

O sindicalista João Moura disse que a demissão em massa pode atingir 2.400 funcionários devido ao rompimento de um contrato firmado entre a Vickstar e a Operadora Vivo. João Moura agradeceu ao deputado João de Deus o atendimento à sua solicitação para a realização da audiência pública porque, segundo ele, há necessidade de ser encontrada uma solução que mantenha os empregos dos piauienses.

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A procuradora Maria Elena Rego afirmou que o MPT está à disposição para intermediar um entendimento entre a empresa de call center e os trabalhadores, enquanto o diretor da Vivo, Enylson Camolesi, afirmou que a operadora decidiu romper o contrato com a Vickstar, mas está trabalhando no sentido de garantir o pagamento de todos os direitos dos trabalhadores demitidos.

Ao falar em seguida, o secretário estadual Igor Neri ressaltou que o governador Wellington Dias tem desenvolvido esforços junto ao Ministério das Comunicações e a Vivo para evitar a demissão dos trabalhadores. O secretário municipal Marcelo Eulálio afirmou que a Prefeitura de Teresina defende não só a manutenção dos empregos, mas atua para a geração de novos empregos.

Os deputados Elisângela Moura e Ziza Carvalho destacaram a importância da audiência pública e afirmaram que estão à disposição para contribuir com a definição de um entendimento que evite a demissão dos trabalhadores.

O deputado João de Deus propôs, no encerramento da audiência pública, a realização de reuniões com o governador Wellington Dias e com integrantes do Ministério Público do Trabalho para debater a questão das demissões. As reuniões deverão contar com a participação dos representantes dos trabalhadores, da Vickstar e da Operadora Vivo.

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J. Barros – Edição: Katya D’Angelles    

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Senado aprova projeto de Ciro que prioriza mulheres vítimas de violência em programas de habitação

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O plenário do Senado Federal aprovou, nesta quinta-feira (06), um projeto (PL 4692/2019) do senador Ciro Nogueira (Progressista) que prioriza as mulheres de baixa renda vítimas de violência doméstica em programas de habitação como o Minha Casa, Minha Vida.

Ciro defendeu que, ao facilitar o acesso dessas mulheres à casa própria, elas terão uma nova oportunidade de recomeçar suas vidas em um ambiente seguro, livre de seus agressores. “Acredito que com a autonomia alcançada ao ter seu próprio lar, essas mulheres consigam deixar de vez o ciclo aprisionador de violência”, argumentou.

O senador citou dados do ministério dos Direitos Humanos, divulgados em março deste ano, que revelam que foram registradas 105.821 denúncias de violência contra a mulher nas plataformas do Ligue 180 e do Disque 100 em 2020. Segundo ele, as estimativas do IBGE apontam para cerca de 1,3 milhão de mulheres agredidas dentro de casa a cada ano no Brasil.

“Por não um terem um lugar para fugir ou levar seus filhos, essas mulheres muitas vezes ficavam presas ao agressor”, afirmou. Para ele, os números apontam para a necessidade de aprimoramento das políticas públicas, como forma de dar meios para que as vítimas possam escapar da situação de violência ainda no começo das agressões.

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O PL 4692/2019 será agora analisado pela Câmara dos Deputados.

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