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Anvisa alerta para riscos da automedicação

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A automedicação, especialmente nesse momento de pandemia, tem preocupado autoridades sanitárias em todo o mundo. “É preciso que as pessoas se conscientizem dos riscos reais dessa prática, que pode causar reações graves, inclusive óbitos”, alertou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em comunicado.

Ainda segundo a Agência, essa avaliação é feita a partir de critérios técnico-científicos, de acordo com o paciente e o conhecimento da doença: “todo medicamento apresenta riscos relacionados ao seu consumo, que deve ser baseado na relação benefício-risco. Ou seja, os benefícios para o paciente devem superar os riscos associados ao uso do produto”.

Para se ter uma ideia da dimensão e da gravidade do problema, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 50% de todos os medicamentos são prescritos, dispensados ou vendidos de forma inadequada. Além disso, metade de todos os pacientes não faz uso dos medicamentos corretamente.

Notificação

Para identificar novos riscos e atualizar o perfil de segurança dos medicamentos, a Anvisa lembra que é imprescindível que profissionais de saúde e cidadãos notifiquem as suspeitas de eventos adversos, mesmo sem ter certeza da associação com o medicamento.

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Os eventos devem ser notificados pelo VigiMed. “A qualidade dos dados inseridos no sistema é fundamental para subsidiar a análise pelas equipes especializadas. É importante identificar o produto e informar o fabricante e o número do lote”, orienta a Anvisa.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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Covid-19: Brasil tem 358,4 mil mortes e 13,59 milhões de casos

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O número de pessoas que não resistiram à covid-19 no Brasil subiu para 358.425. Nas últimas 24 horas, foram registradas mais 3.808 mortes. Ontem (12), a contagem estava em 354.617 mortes. Ainda há 3.694 óbitos em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após a morte do paciente.

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil (13.04.2021).Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil (13.04.2021).

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil (13.04.2021). – Ministério da Saúde

As informações estão no balanço diário sobre a pandemia do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta terça-feira (13). A atualização é feita com informações enviadas por autoridades locais de saúde.

Conforme o balanço, o total de casos acumulados soma 13.599.994. Entre ontem e hoje, foram confirmados 82.186 novos diagnósticos positivos. Até ontem, o número de casos acumulados estava em 13.517.808.

As pessoas recuperadas até o momento são 12.074.798. Já o número de pacientes com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.166.771.

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Os dados em geral são menores aos domingos e às segundas-feiras pela menor quantidade de trabalhadores para fazer os novos registros de casos e mortes. Às terças-feiras, porém, os números tendem a ser maiores, já que nesse dia o balanço recebe o acúmulo das informações não processadas no fim de semana.

Estados

São Paulo é o estado com mais mortes pela covid-19, com 84.380 registros. Em seguida, aparecem o Rio de Janeiro (39.791), Minas Gerais (28.152), Rio Grande do Sul (22.388) e Paraná (19.531).

As unidades da federação com menos óbitos são Acre (1.367), Roraima (1.408), Amapá (1.419), Tocantins (2.289) e Sergipe (3.822).

Vacinação

Até o início da noite de hoje, haviam sido distribuídos 47,8 milhões de doses de vacinas no país.

Deste total, foram aplicados 27,8 milhões de doses, sendo 21,3 milhões da primeira dose e 6,4 milhões da segunda.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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