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Aneel realiza leilão de energia para atender localidades isoladas

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realizou hoje (30) um leilão para fornecimento de energia para a localidades isoladas do Sistema Interligado Nacional. O certame contratou soluções de suprimento em óleo diesel ou fontes renováveis, para atender a 23 localidades nos estados do Acre (AC), Amazonas (AM), Pará (PA), Rondônia (RO) e Roraima (RR). O início do suprimento em 1º de abril de 2023 e a duração dos contratos varia de 28 a 180 meses, a depender da localidade.

Organizado em conjunto com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, o 2º Leilão de Energia para Sistemas Isolados negociou a potência total de 97,28 MW. As fonte de energia ofertadas foram óleo diesel, gás natural e biodiesel.

Pelas regras, venceu a disputa a empresa que ofereceu o maio deságio em relação ao valor inicial previsto em edital: de R$ 1.293,00/MWh para o Lote 1 (AC); R$ 1.308,00/MWh para o Lote 2 (AM); R$ 1.438,00/MWh para o Lote 3 (PA); R$ 1.393,00/MWh para o Lote 4 (RO) e R$ 1.253,00/MWh para o Lote 5 (RR).

O primeiro lote, no Acre, foi negociado com deságio de 15,08% e preço final de R$ 1.098/MWh. A solução energética foi o óleo diesel. No total, estão previstos investimentos de R$ 161.596.000, ao longo do contrato de 30 meses, para atender as localidades de Cruzeiro do Sul, Feijó e Tarauacá.

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Já o segundo lote, que atende as localidades de Anamã, Anori, Caapiranga, Codajás e Novo Remanso, no Amazonas, foi arrematado com o deságio de 31,96%, preço final de R$ 890/MW. O total de investimentos previstos é R$ 89.960.339,23, ao longo do contrato de 180 meses, com fonte de suprimento a gás natural.

O terceiro lote negociou energia para as localidades de Anajás, Água Branca, Crepurizão, Faro, Gurupá, Jacareacanga, Muaná, Porto de Moz, São Sebastião da Boa Vista e Terra Santa, no Pará. O deságio foi de 23,5% com preço corrente de R$ 1.100/MWh. Os contratos variam de 28 a 46 meses de acordo com a região e a solução foi o biodiesel. No total, estão previstos R$ 78.018.858,70 de investimentos.

Com deságio de 10,1% e preço corrente de R$ 1.252,31/MWh, o quarto lote negociou energia para as localidades Urucumacuã e Izidolândia, em Rondônia. O contrato é de 180 meses, com o biodiesel como fonte. Os investimentos previsto são de R$ 5.692.841,40.

O último lote foi arrematado com deságio de 21% com preço corrente de R$ 989,97/MWh. O lote é formado pelas localidades Uiramutã, Pacaraima e Amajarí, em Roraima. O contrato é de 60 meses, com solução a óleo diesel. São previstos investimentos de R$ 20.286.000 ao longo do contrato.

Anaeel realiza leilão de energia para atender localidades isoladas Anaeel realiza leilão de energia para atender localidades isoladas

Anaeel realiza leilão de energia para atender localidades isoladas – Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)
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Edição: Valéria Aguiar

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Novo presidente da Eletrobras defende capitalização da empresa

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Em sua cerimônia de posse, o novo presidente da Eletrobras, Rodrigo Limp, disse hoje (7) que vai dar sequência às ações já em implementação previstas no plano estratégico e no plano diretor de negócios e gestão da empresa. Ele também defendeu a privatização da estatal.

“O setor elétrico brasileiro demandará investimentos nos próximos 10 anos de mais de R$ 360 bilhões em geração e transmissão. Para que a Eletrobras consolide sua liderança no setor, seja protagonista da expansão do setor elétrico brasileiro, a companhia precisa estar capitalizada com capacidade de investimentos e ter competitividade frente a outros agentes do setor. Nesse sentido, é muito importante avançarmos no processo de capitalização”, afirmou Limp.

A estatal foi incluída no Programa Nacional de Desestatização (PND). Houve a qualificação da empresa dentro do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e, com a inclusão no PND, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fará estudos técnicos para a estruturação do processo de capitalização. A privatização ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional.

Rodrigo Limp iniciou sua carreira na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foi consultor legislativo em matérias relacionadas a energia, mineração e recursos hídricos na Câmara dos Deputados. De maio de 2018 a março de 2020, exerceu o cargo de diretor da Aneel e, em seguida, o de secretário de Energia Elétrica do Ministério das Minas e Energia. 

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Edição: Maria Claudia

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