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Policial é acusado praticar canibalismo

Edição e postagem: Denison Duarte, em 30-11-2013 09:04 | Última modificação: 30-11-2013 09:09
Policial é acusado praticar canibalismo

Policial mata homem e come carne da vítima

Hospital de Olhos

Um policial de 55 anos foi detido na cidade de Dresden, na Alemanha, suspeito de ter assassinado um homem e depois comido parte de seu corpo.

A vítima, um empresário de 59 anos, morava em Hanover e tinha sido dada como desaparecida. Seu corpo foi localizado nas montanhas de Ore, no leste do país.

A polícia acredita que os envolvidos marcaram um encontro por meio de um site voltado para simpatizantes de sadomasoquismo.

Autoridades alemãs disseram que a vítima foi torturada, morta e desmembrada. Pedaços de seu corpo teriam sido enterrados em um terreno que pertencia ao suposto assassino.

O homem preso, identificado apenas como Detlef G., trabalha no departamento forense da Secretaria de Investigação Criminal do Estado da Saxônia.

Segundo a imprensa alemã, ele é especializado em análise de caligrafia.

O correspondente da BBC em Berlim Stephen Evans contou que ainda não está claro se a morte foi proposital ou decorrente de uma fantasia sexual que teria terminado em tragédia.

‘Fantasias’

A polícia acrescentou que há indícios de que ocorreu canibalismo, uma vez que partes do corpo da vítima não foram achadas.

O chefe da polícia de Dresden, Dieter Kroll, disse, em entrevista a jornalistas, que a vítima “tinha a fantasia de ser assassinada e comida desde a sua juventude”.

As investigações indicam que os dois homens se reuniram na principal estação ferroviária de Dresden no último dia 4 de novembro e que, logo após o encontro, a vítima, de 59 anos, foi morta com uma faca.

O policial preso confessou parcialmente o crime e deu indicações aos investigadores sobre onde havia enterrado partes do corpo.

A prisão do perito forense ocorreu após o sócio da vítima, que era empresário, ter comunicado seu desaparecimento às autoridades. Os investigadores encontraram, então, um rastro de comunicação eletrônica que o levou até o assassino.

Segundo as autoridades, os envolvidos não se conheciam antes do crime.

O caso guarda semelhanças com o assassinato de Bernd Jürgen por Armin Meiwes Brandes em Rothenburg, no oeste da Alemanha, em 2001.

Meiwes está cumprindo uma pena de prisão perpétua após matar e comer partes de sua vítima, que havia concordado em ser morta.

Fonte: BBC Brasil