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16 de dezembro de 2017

Ex-escrava sexual combate a prostituição infantil com distribuição de sabonetes


Hospital de Olhos
Theresa Flores, 48, tinha pouco mais de 15 anos quando foi capturada por traficantes sexuais nos Estados Unidos. Ela foi enganada, chantageada e forçada à prostituição. Atualmente, lidera uma instituição que fundou para combater o problema. Com a ajuda de voluntários, distribui em motéis sabonetes com um número de telefone para denúncias na embalagem. Em 2014, quer trazer a experiência para o Brasil.

Eu fui uma adolescente de família de classe média alta em Detroit, uma família normal. Era ingênua, como toda menina, e acabei me apaixonando por um garoto um pouco mais velho que frequentava a minha escola.

Por mais de seis meses, ele foi simpático comigo, sempre dizendo que eu estava bonita. Qualquer garota gosta desse tipo de atenção.

E assim ele foi me conquistando, até o dia em que se ofereceu para me levar em casa. No meio do caminho, porém, mudou a rota e foi para a casa dele. Disse que gostava de mim, me convenceu a entrar e me deu uma bebida, que devia conter alguma droga.

Então eu fui estuprada. Foi o início de dois anos em que me tornei uma escrava sexual. Ele não estava sozinho e fotografava a cena.

Dias depois, ele me contou o que tinha acontecido e me mostrou as fotos, dizendo que as levaria para o meu pai, para o chefe do meu pai e que as espalharia pela escola se eu não os obedecesse.

A partir daí, começou a ir me buscar algumas vezes por semana, depois que meus pais iam dormir. Eu tinha de sair escondida e era levada a porões da região, onde ficava até as 4h da manhã sendo estuprada por cerca de dez homens por noite.

Às vezes era um por vez, outras vezes apareciam juntos e usavam objetos.

Para mais informações a Folha de S. Paulo!


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