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Polícia prende suspeito de matar maquinista de Amarante, que trabalhava no Metrô de Teresina

Edição e postagem: Denison Duarte, em 06-07-2017 22:45 | Última modificação: 07-07-2017 12:47
Hospital de Olhos

SUSPEITO DE MATAR MAQUINISTA – A Secretaria Estadual de Segurança do Piauí confirmou no início da noite desta quinta-feira (6) a prisão do suspeito de ter desferido a facada que matou o amarantino Aderson Luís do Nascimento, 49, durante uma tentativa de assalto a um estabelecimento comercial no bairro Mocambinho I, na Zona Norte de Teresina.

Aderson era maquinista do Metrô de Teresina há aproximadamente 20 anos, e morreu durante a ação dos bandidos. Segundo informações, ele tentou sair do local em uma moto e foi golpeado pelas costas.

De acordo com a Secretaria, um menor participou do crime. O suspeito, José de Ribamar de Sousa, 28, que foi preso em flagrante, nega que tenha desferido a facada, atribuindo a culpa ao comparsa, que é menor de idade.

“Com certeza não fui eu que matei. No bar, a gente queria apenas roubar dinheiro e a moto do maquinista”, disse ele ao afirmar que está arrependido da participação no crime.

José de Ribamar foi preso numa rápida ação da Delegacia de Homicídios, menos de 24 horas após a execução do maquinista Aderson Luís, que era natural de Amarante.

De acordo com o coordenador da Delegacia de Homicídios da capital, Francisco Bareta, as imagens analisadas mostram o adolescente correndo com a faca na mão. Ele diz ainda que “este álibi está rechaçado” pelas investigações, e José Ribamar teria tentado culpar o menor pelo assassinato para fugir da acusação de latrocínio.

“Estamos dando uma resposta para a sociedade de um indivíduo que matou uma pessoa cravando uma faca nas costas sem nenhum motivo, apenas para roubar”, completou.

O adolescente, que está devidamente identificado, estava foragido pela acusação da prática de outros crimes. As investigações relacionadas ao menor ficarão a cargo da delegacia especializada nos crimes que ele cometeu.

Na delegacia, o suspeito se identificou como entregador de gás de cozinha, e que não teria cometido outros crimes.

“Idiotice” foi o termo que ele usou para justificar sua entrada na vida do crime.

Suspeito de matar maquinista nega o assassinato
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